domingo, 4 de julho de 2021

O INTEGRALISMO E O AMOR

 

Sérgio de Vasconcellos

Companheiros.

No dia 27 de Maio de 2021, o Companheiro Carlos Ribeiro, Líder dos Integralistas Cearenses, publicou no seu canal o vídeo “Amor ou Ódio”, que recomendo a todos que assistam.

O que pretendo dizer aqui é apenas um reforço às brilhantes ponderações do notável Camisa Verde, sem dúvida um dos expoentes do Integralismo Contemporâneo. E vou fazê-lo, inicialmente, lendo algumas passagens de conterrâneo do Companheiro Carlos Ribeiro: Gustavo Barroso.

Em seu magnífico livro “Espírito do Século XX”, o imortal Gustavo Barroso vai nos ensinar:

Integralismo é compreensão. Só quem compreende a doutrina integralista pode ser integralista consciente. Há muitos modos de compreendê-la. Há a compreensão pelo estudo de seus pontos básicos e a comparação com o liberalismo e o comunismo. Há a compreensão pela graça do sentimento. E há ainda, a maior, a compreensão pelo amor.

Uns estudam nossos livros, ouvem nossas conferências, leem nossos jornais e compreendem o que queremos. Então, se decidem e formam conosco. Outros sentem as dores da nossa pátria escravizada, experimentam as mesmas angústias que experimentamos, se estorcem no mesmo sofrimento e, com a alma a transbordar de emoção, correm para as nossas fileiras.

Mas o grande exército verde, o que marcha do fundo do interior, composto dos homens hunildes do campo, tão abandonados e tão explorados, esse vem para nós pelo amor instintivo do Brasil. (...)[1]


E mais adiante:

Justamente por ser amor é que o Integralismo é construção. Somente quem ama é capaz de construir. O ódio é destruição. Reparai como nas épocas de decadência social, de materialização, de materialidade, toda a criação desaparece do cenário intelectual, em que unicamente florescem, se florescem os cardeiros da crítica. O crítico analisa, desassocia, joeira, separa, divide, não produz, não reúne, não cria. Incapaz de organizar e de criar, esforça-se por demonstrar que é capaz de esmiuçar defeitos e de corrigir, para se apresentar capaz de alguma coisa. Quando as águias de Roma começaram a fechar as asas, apareceu um Luciano de Samosata. Quando se carregavam os canhões para a Grande Guerra, apareceu um Anatole France. E que faz toda essa barulhenta e vazia imprensa de hoje?

Cria? Não. Critica tudo, critica todos, acaba criticando a si própria.

O Integralismo é o amor pelo Brasil, o desejo de vê-lo grande, próspero, feliz, poderoso. É a criação dum sentido novo da vida para chegar a esse fim. E somente é possível criação pela educação e pelo ensino. Não é possível ensinar e educar, odiando. Ensina-se e educa-se, amando.

Dentro do movimento integralista, portanto, o integralista não deve criticar, mas, suprir. Suprir os defeitos dos companheiros. Suprir as falhas dos próprios chefes. Supri-las sem que o próprios supridos deem por isso. No Integralismo, o movimento está acima dos indivíduos, as ideias sobrelevam as pessoas. Na sua profundez cristã, o seu amor não se personaliza: é amor ao próximo seja ele quem for.[2]

Fiz questão de ler estes dois trechos de Gustavo Barroso para calar a boca antecipadamente desses tais “barrossianos”, que nunca leram uma linha de sua Autoria e só envergonham a Memória do Autor de O que o Integralista deve saber com as tolices que propalam.

Mas, como não podia deixar de ser, ouçamos a Palavra Autorizada do Chefe Nacional[3] em seu famoso discurso de 27 de Outubro de 1946, onde nos diz como devemos tratar os nossos mais tradicionais adversários, os comunistas:

O comunismo e os comunistas

Sustento, por conseguinte, este princípio fundamental da nossa propaganda. Doutrinariamente, ideologicamente, combatemos o comunismo, não por ser um partido adverso ao nosso, mas, porque é uma doutrina filosófica baseada no socialismo de Marx, e o socialismo de Marx é baseado no materialismo, e nós somos espiritualistas.

Só por isso o combatemos no campo doutrinário, procurando esclarecer o povo brasileiro acerca desse problema de ordem filosófica.

Não combatemos os comunistas. São brasileiros, muitos deles revoltados por injustiças reais, muitos desejando uma melhor situação para as classes desfavorecidas, muitos deles com maior teor de dignidade do que o burguês, que tem uma vida má, vida de prazeres, e que quer defender a sua propriedade, da qual ele usa e abusa em detrimento dos princípios cristãos que devem reger o uso da propriedade.

Eu, portanto, recomendo a todos aqueles que comigo estão nesta batalha pelo bem do Brasil, pelo amor às nossas tradições, pela afirmação da nossa espiritualidade, da nossa crença em Deus, e na imortalidade da alma humana; recomendo que tratem carinhosamente o comunista combatendo vigorosamente o comunismo, essa doutrina materialista, pela nossa convicção espiritualista. Amemos o nosso próximo, seja ele quem for, e procuremos, pela ação pessoal conquistar, um a um, os brasileiros.[4]

Não é interessante que o Chefe e Barroso nos digam a mesma coisa? E ainda há quem propale que havia divergência entre eles...

Bom, Companheiros, então, nós podemos dizer hoje aqui a essa turma do Facebook, a esses imbecis que nos perseguem, àqueles que nos caluniam, enfim, podemos afirmar que, ao contrário do que dizem todos esses nossos adversários, o Integralismo não é uma Doutrina do ódio, mas, de Amor a todos os Brasileiros, irrestritamente.

Obrigado.

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!

Palestra virtual proferida no Canal do Companheiro Moisés Lima em 29 de Junho de 2021: Integralismo: Doutrina de Amor.


NOTAS:

[1] BARROSO, Gustavo. ESPÍRITO DO SÉCULO XX. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936; p. 168.

[2] BARROSO, Gustavo. IDEM. P. 171 e 172.

[3] A expressão “Palavra Autorizada do Chefe Nacional” é de criação do Companheiro Prof. Ubiratan Pimentel.

[4] SALGADO, Plínio. DISCURSOS (1ª série – 1946/1947). 1ª Ed. São Paulo: Panorama: 1948; p. 50 e 51.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O INTEGRALISMO E A EDUCAÇÃO

 

Sérgio de Vasconcellos

Companheiros.

Todos sabemos que o Integralismo, enquanto Movimento político, social e cultural objetiva a Formação de uma Consciência Nacional, mais especificamente, uma Consciência Nacional Integralista.

Este nosso esforço de conscientização de todos os Brasileiros diferencia-nos de outros movimentos políticos, pois, ao invés de ambicionarmos cargos governamentais, mandatos públicos, vitórias eleitorais, enfim, o mero Poder, nós buscamos conquistar os corações e as mentes de cada um dos Brasileiros. Deixemos a tola burguesia, de direita e de esquerda, digladiar-se em torno do efêmero Poder, enquanto nós consolidamos as Bases do Brasil Integral.

Já nos distantes anos 30, o Chefe Nacional Plínio Salgado nos dizia: “Nossa vitória não virá em consequência de “golpes técnicos” nem como resultado de conspiratas contra os governos constituídos: virá, automaticamente, pela infiltração poderosa das Ideias”[1]. E aí, então, “quando formos um número tão grande”, e, “pela força desse número conquistaremos o Poder da República”[2]. A técnica que usamos desde a origem do nosso Movimento é aquela que o Chefe muito apropriadamente designava por “Técnica de Cristo”[3], que é a antítese da técnica de Sorel e da politicagem sórdida dos partidos burgueses.

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O nosso Movimento, Companheiros, é, como se depreende, um Movimento Educacional. E é nesse sentido que deve ser entendida aquela paradoxal afirmação de Plínio Salgado: “ Todos os problemas do Brasil se reduzem, afinal, ao problema da Educação”[4]. Sim, somente Educando o nosso Povo, trazendo-o para a Luz do Ideal Integralista, conseguiremos superar todos os Problemas Nacionais, arrancar o Povo de sua miséria material e intelectual, dando plena realização à Vocação de cada Brasileiro e abrindo caminho para a concretização integral das aspirações materiais, intelectuais e morais da Nação Brasileira.

Evidentemente, ninguém dá o que não possui, logo, para que Ensinemos o Povo Brasileiro, nós, Camisas Verdes, devemos estar preparados para tal Magistério. Isto significa que, como preliminar impositiva, todos devemos estudar o Integralismo. Rompendo aqui com os lugares comuns da sociedade burguesa em que vivemos, afirmo que o Estudo do Integralismo não é uma obrigação tão somente dos Jovens Integralistas ou dos que ingressaram recentemente no Movimento, muito pelo contrário, o Estudo do Integralismo é uma Obrigação para todos os Integralistas, de todas as idades e é uma atividade permanente, uma vez que não somos apenas seguidores de Plínio Salgado, mas, também, continuadores de sua Obra. Frisando: Os Integralistas têm a responsabilidade de se preparar o melhor possível para que o nosso Movimento possa desempenhar sua Missão Histórica.

Os Integralistas sempre estudaram e, hoje, não poderia ser diferente, ainda mais com a disponibilidade de meios de comunicação e difusão inexistentes para os Integralistas das gerações anteriores. Assim, além daqueles métodos já disponíveis no passado (livros, jornais, revistas, panfletos, etc.), agora podemos Semear a Palavra Nova dos Tempos Novos pela Internet, com alcance brutal, o que tem apavorado aos inimigos do Brasil. Em nossos dias, além da publicação de livros físicos, as Obras Integralistas digitalizadas estão se tornando acessíveis aos Brasileiros em todos os rincões da Pátria.

Tal amplitude de difusão da Filosofia Integralista, simultaneamente, nos permite estudar nossa Doutrina, bem como, auxilia a transmissão de nossas Ideais àqueles que estamos Ensinando. Um exemplo claro do que afirmo é p Estudo das “Diretrizes Integralistas” realizado aqui por intermédio deste canal do Grupo de Estudos Integralistas.

As Diretrizes Integralistas, redigidas em 1933 por Plínio Salgado, Miguel Reale e Dom Nicolau Flue Gut, cujo conteúdo foi aprovado pelo insigne Jesuíta Pe. Leonel Franca, foi – e ainda é – um documento aclarador das Ideias Lanças pelo Chefe Nacional no Manifesto de 7 de Outubro de 1932[5].

Σ  Σ 

Falei acima que é um dever de todos os Soldados de Deus e da Pátria, não importando a idade, de estudar o Pensamento Integralista. Obviamente, isso não elide o fato de que os mais jovens deverão ser orientados pelos mais velhos, ou seja, que a Formação da Nova Geração Integralista é uma responsabilidade que cabe àqueles que estão conduzindo o Movimento. Ora, a Juventude é sempre irrequieta, impaciente, buscando resultados imediatos, o que é perfeitamente compreensível. Mas, aqui dirijo-me especificamente à Nova Geração, que está acorrendo até as nossas Fileiras, com as devidas palavras de esclarecimento do nosso Chefe:

Se a Juventude traz consigo o Amanhã da Pátria é porque dela deverão sair os responsáveis pela sobrevivência da Nação. Prepará-la para que produza os valores humanos, de que a comunidade nacional precisa, deve ser toda a nossa aspiração.

A Mocidade não se prepara nas ruas, no fragor das batalhas transitórias. Lançar os jovens nas empresas da demolição do Mal, sem a iniciação prévia na ciência e na arte de construir o Bem, será desviá-los de um destino superior. As mais belas campanhas, se resultantes do improviso, hão de ser, inevitavelmente, como o estrondo das ondas na superfície do mar. As ondas facilmente se deixam levar pelo magnetismo da lua ou pelos ventos inconstantes que sopram em todas as direções. Só as águas profundas resistem. Só elas trazem consigo as potencias da irredutibilidade.

A irredutibilidade no Homem é a estrutura do caráter. O caráter se forja pelo concurso de três elementos: personalidade, cultura e educação. Desenvolver a personalidade, enriquecê-la pela cultura, dar-lhe ritmo pela formação moral e espiritual – eis o que nos cumpre quando nos entregamos ao magistério da palavra esclarecedora e da ação criadora, no esforço de suscitar o advento de grandes homens para a Pátria.

A mobilização dos moços para uma campanha de moralização, de luta contra os desmandos e contra a degradação dos costumes é iniciativa que merece todo o respeito; mas é expediente empírico, visando o tratamento meramente sintomático da enfermidade social. Não vai às raízes da moléstia. Não procura as causas históricas das desgraças que lamentamos.

O conceito moral depende de uma concepção de vida. A concepção de vida decorre do conhecimento da verdade e da compreensão da realidade. Pois a mesma verdade pode ser desvirtuada e abastardada na concretização dos seus objetivos, se a mente desavisada opera sob a injunção de circunstâncias desconhecidas.[6]

E mais adiante prossegue:

A iniciação dos espíritos jovens exige trabalho metódico, sistemático. Repele o “dispersivo” para se ater ao “reflexivo”. Evita o “extenso” para que predomine o “intenso”. E não se entrega à exteriorização sem precedê-la de longos dias de interiorização.

O jovem deve construir-se primeiro, para depois pensar em construir a sociedade. A autoconstrução não se faz nas praças públicas, nem no fragor das manifestações coletivas; pelo contrário, forja-se no estudo, na meditação, na discussão, na troca de ideias.[7]

Os trechos acima foram extraídos do capítulo “A Verdadeira Missão da Juventude”, do fantástico livro do Chefe, “Reconstrução do Homem”. Infelizmente, por questões de tempo, não posso alongar-me com a leitura de mais passagens, igualmente prenhes de sabedoria. Recomendo a leitura do mencionado capítulo, aliás, de todo o Livro.

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Por tudo o que disse até aqui, acredito ter evidenciado a importância crucial do estudo para o Movimento Integralista. Finalizando, uma citação de Gustavo Barroso:

O Integralismo é o amor pelo Brasil, o desejo de vê-lo grande, próspero, feliz, poderoso. É a criação dum sentido novo da vida para chegar a esse fim. E somente é possível essa criação pela educação e pelo ensino. Não é possível ensinar e educar, odiando. Ensina-se e educa-se, amando.[8]

Obrigado.

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!

___________

Palestra proferida virtualmente em 19 de Junho de 2021 para o Grupo “Estudos Integralistas”.



NOTAS:

[1] SALGADO, Plínio. PALAVRA NOVA DOS TEMPOS NOVOS. 3ª Ed. São Paulo: Panorama, 1937; p. 57.

[2] SALGADO, Plínio. MANIFESTO DE OUTUBRO (1932). Rio Branco (AC): Nova Offensiva, 2019; p. 11.

[3] SALGADO, Plínio. PALAVRA NOVA DOS TEMPOS NOVOS1 1ª Ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1936, p. 49 e segs.

[4] SALGADO, Plínio. RECONSTRUÇÃO DO HOMEM. 2ª Ed. São Paulo/Brasília: Voz do Oeste/INL, 1983; p. 85.

[5] SALGADO, Plínio. O INTEGRALISMO NA VIDA BRASILEIRA. Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/GRS, s/d; p. 73.

[6] SALGADO, Plínio. RECONSTRUÇÃO DO HOMEM. 2ª Ed. São Paulo/Brasília: Voz do Oeste/INL, 1983; p. 79 e 80.

[7] SALGADO, Plínio. IDEM. P. 80 e 81.

[8] BARROSO, Gustavo. ESPÍRITO DO SÉCULO XX. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936; p. 172.

sábado, 26 de setembro de 2020

DESFAZENDO CONFUSÕES

 


Sérgio de Vasconcellos

Muitos jovens aproximam-se do Movimento Integralista com uma ideia bastante equivocada a nosso respeito. É comum ouvir perguntas do gênero: “Onde compro uma bandeira?”, “onde compro uma Camisa?”, quais são os postos da Milícia?”, e outras indagações igualmente distantes da realidade.

Vou aqui desfazer confusões e ilusões.

Integralismo é a Doutrina criada pelo gênio insuperável de Plínio Salgado. O Movimento Integralista é o conjunto de Brasileiros que foram e são seguidores e continuadores das Ideias de Plínio Salgado.

Ao longo das quase nove décadas de História do Movimento Integralista, este se corporificou em diversas Organizações, desde a Acção Integralista Brasileira - antes até, pois, a Sociedade de Estudos Políticos é anterior a A.I.B. – até nossos dias.

Assim, os que pretendem ingressar no nosso Movimento julgando que estão se filiando, por exemplo, a antiga A.I.B., estão completamente errados. A Acção Integralista Brasileira foi fechada ilegalmente pelo facínora Getúlio Vargas, quando da implantação do totalitário Estado Novo, em 1937 (a A.I.B passou a atuar na clandestinidade); e, para nós, Integralistas, foi encerrada quando o Chefe Nacional Plínio Salgado devolveu o Juramento aos Integralistas, no célebre discurso de 27 de Outubro de 1946, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Aquela Organização Integralista não existe mais.

Ao longo de nossa História, inúmeras foram as Organizações Integralistas que serviram de veículos ao Ideal Integralista: A já citada Acção Integralista Brasileira, o Sigma Club, a Cruzada Juvenil da Boa Imprensa, o Auxílio às Famílias Empobrecidas, o Apollo Sport Club, o Instituto Brasileiro de Cultura, o Guanabara Football Club, o Partido de Representação Popular, os Centros Culturais e a sua Confederação, a União Operária e Camponesa do Brasil, a Organização dos Serviços de Imprensa e Propaganda, a Cruzada de Renovação Nacional, a nova Ação Integralista Brasileira, a Ação Integralista do Brasil, a Ação da Juventude Integralista, a Casa de Plínio Salgado, o Centro Cultural Plínio Salgado, o Centro de Estudos Políticos, Tecnológicos e Culturais, o Centro de Estudos e Debates Integralistas, a Frente Integralista Brasileira, e tantas outras que não mencionarei para não prolongar exageradamente o texto. Todas as Organizações que existiram, e as que existem, possuíram, e possuem, seus Estatutos, Regulamentos, Regimentos Internos, Praxes Institucionais – algumas com Rituais, uniformes, saudações, etc., e outras, não -, jornais, revistas, boletins – todos com variada periodicidade -, enfim, cada Organização era e é a adequação do Movimento à Realidade Brasileira.

Veja que tal adequação não se refere à Doutrina Integralista, que permanece invariável, mas, a parte programática e as exterioridades do Movimento. Eis um exemplo esclarecedor:

O P.R.P. – Partido de Representação Popular (1945 – 1965), nos seus primórdios utilizava os termos “populismo” e “populista” como sinônimos de Integralismo e Integralista, inclusive, em publicações oficiais, mas, tal praxe caiu em desuso com o tempo; o mesmo P.R.P. não usava o Sigma como Símbolo Oficial, mas, o Sino de Prata, que foi utilizado por dez anos, de 1945 até 1955, quando numa Convenção Nacional do Partido de Representação Popular, em Vitória (ES), a unanimidade dos Convencionais aprovou a adoção do Sigma como Símbolo Oficial do Partido. Naquela ocasião, o Chefe Nacional levantou-se e perguntou à assistência: “Vocês sabem o que significa isto?” E de todos os lados prorromperam: “Sim”, “Sabemos”, e o Chefe então respondeu: “Se sabem, que assim seja”.

Quanto à programática basta um exemplo facilmente verificável: A comparação do Programa da Acção Integralista Brasileira com o do Partido de Representação Popular.

Insisto: A adequação do Integralismo à Realidade Nacional ditou as formas institucionais que o Movimento foi adotando, não existindo, portanto, nenhuma fórmula organizacional que tenha permanecido fixa ao longo das décadas. Só a Doutrina permanece a mesma.

Os que ingressam, por exemplo, na Frente Integralista Brasileira sonhando que vão fazer parte de uma Milícia, que vão participar daqueles belos e elaborados rituais da antiga A.I.B., que vão participar de Marchas com milhares de Camisas Verdes, devem acordar, pois, a FIB não é uma Milícia e jamais o será. Aliás, Milícia é proibida por Lei e o Integralismo, exceto no Tempo das Catacumbas, sempre timbrou em atuar dentro da legalidade. A FIB não tem Rituais propriamente ditos e se vier a tê-los, até pode inspirar-se nos da antiga AIB ou de outras entidades Integralistas, mas, serão Rituais da Frente Integralista Brasileira e não de organizações já desaparecidas. A própria FIB adotou recentemente a Camisa Verde, porém, algo diferente da que se adotava nos anos 30. Mesmo no período da Acção Integralista Brasileira, a Camisa foi originalmente verde oliva e depois passou a ser verde inglês, o que demonstra mais uma vez que as Exterioridades podem e devem ser alteradas em função das circunstancias.

Enfim, que os Integralistas neófitos se compenetrem que estamos no Século XXI. Manter a Tradição do nosso Movimento é correto e necessário. Todavia, Tradição não é saudosismo. O saudosismo é querer marchar para trás, e como isto é impossível, acaba por conduzir a estagnação e esteriliza a capacidade Revolucionária do Indivíduo que o adota. O Integralismo é Revolucionário, isto é, uma permanente mudança de atitude em face dos problemas humanos, nacionais e universais, logo, incompatível com os devaneios propiciados pelo saudosismo. Não se pode ser Integralista e saudosista. O saudosista não é verdadeiramente Integralista, é apenas um Indivíduo que fantasia ser Integralista.

Companheiros, continuemos nossa Marcha Revolucionária rumo ao Sigma.

O mesmo Chefe, a mesma Ideia, a mesma Luta.

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!

domingo, 19 de julho de 2020

O Integralismo e as Eleições


Sérgio de Vasconcellos
O regime liberal-democrático, ainda formalmente vigente em nosso País, caracteriza-se, entre outros atributos, pela rotatividade no Poder através de eleições periódicas, nas quais os Partidos Políticos disputam representatividade no Poder Legislativo e no Poder Executivo.
Exceto no período do totalitário Estado Novo (1937 – 1945), imposto ao Povo Brasileiro pelo nefando Getúlio Dornelles Vargas, o Integralismo sempre esteve presente em todos os pleitos eleitorais.
Em quase nove décadas de existência, o Movimento Integralista participou de todas as eleições, quer lançando Candidatos Integralistas, quer traçando orientações seguras sobre em quem votar em determinada situação Municipal e Estadual, ou mesmo Nacional, caso não houvesse um Candidato nosso.
O Movimento Integralista é a parcela mais esclarecida da Opinião Pública Brasileira. Cada Integralista ao dirigir-se à Urna Eletrônica tem perfeita consciência que seu Voto não é meramente quantitativo, mas, também e principalmente qualitativo. Todo Integralista sabe que seu Voto é um instrumento precioso. O Voto é como diz o Chefe Nacional Plínio Salgado, a “Arma do Integralista”, de fundamental importância para a nossa Revolução, que é unicamente realizada dentro da ordem legal vigente. Assim, nenhum Integralista pode fazer coro com a campanha anarquista e anarquizadora do Voto Nulo, nem pode furtar-se a exercer o seu Direito de Votar.
Assim, posso afirmar tranquilamente que a primeira obrigação de todo Soldado de Deus e da Pátria é sufragar o nome daquele Companheiro que estiver se candidatando, seja em um nosso Partido, caso ele exista, seja em um dos inúmeros Partidos existentes, que tenha acolhido sua candidatura.
Todavia, como admiti mais acima, pode acontecer que não haja um Candidato Integralista para ser votado, e aí surgem naturalmente as perguntas: Como votar? Em quem votar? Exatamente para responder tais questões que, ao longo das décadas, o Integralismo vem orientando os adeptos do Sigma, sempre de forma firme e clara.
Aqui talvez muitos julgassem oportuno passar em revista os diversos documentos oficiais orientativos, mas, está longe de ser este o meu propósito, deixando tal missão aos Historiadores do Integralismo. O que me proponho é apontar aqueles elementos de nossa Doutrina que podem nos iluminar no momento do voto. Ora, dentro do nosso vasto corpo doutrinário, existem três princípios que são universalmente aplicáveis em todas as Eleições, válidos nas votações municipais, estaduais e até mesmo na esfera nacional (Presidência da República), e vou expô-los nos parágrafos subsequentes.
O Integralismo, como todos os Camisas Verdes o sabem, tem como um de seus alicerces primordiais o “Princípio da Intangibilidade da Pessoa Humana”. Tal intocabilidade é extensiva às Projeções do Homem no espaço, no tempo e na Eternidade, isto é, a Propriedade e os Grupos Naturais (a Família, o Município, o Grupo Profissional, o Grupo Político, o Grupo Cultural, a Nação e a Sociedade Religiosa). O Integralismo não reconhece como legítimo nenhum ato, proceda de onde proceder, que atente contra a integridade física, intelectual e moral da Pessoa Humana e de suas Projeções.
Um Direito Humano absolutamente necessário para que a Intangibilidade seja uma realidade é o DIREITO À VIDA. Assim, o Integralismo defende intransigentemente a Vida desde a Concepção, posicionando-se de forma radical contra o abortamento. O Poder Econômico há décadas vem desenvolvendo um vasto projeto mundial de controle demográfico visando descartar-se de bilhões de seres humanos – já nascidos e por nascer -, que se tornaram desnecessários ao Capitalismo. Desde o simplório mito da “explosão demográfica” até campanhas milionárias pró-aborto justificadas por um suposto direito da mulher de decidir se quer ou não ter aquele filho, sem falar na banalização de perversões sexuais, etc., o liberalismo econômico vai conduzindo esta Humanidade até a imposição de um Estado Totalitário Mundial, ideologicamente “socialista e igualitário”, mas, de fato, conduzido por uns poucos indivíduos e grupos de indivíduos que controlarão a Economia planetária. Diante do exposto, fica claro que o Integralismo não poderia deixar de defender a Liberdade, a autêntica Liberdade Humana em face deste coletivismo totalitário que vem sendo construído paulatinamente, com pertinácia diabólica, desde o século passado.
Consequentemente, aponto aos Integralistas – o primeiro critério de seleção:
Votar naqueles Candidatos que já demonstraram de forma cabal e insofismável que sustentam o Direito à Vida desde a concepção.
Antecipo a objeção dos eternos críticos de plantão, de que tal critério não é universalmente válido como afirmo, porque, por exemplo, ele não se aplica as Eleições Municipais, uma vez que o tema do aborto é da esfera dos Legisladores Federais. Improcedente tal objeção. Todos somos testemunhas da luta pelo Direito à Vida e contra o abortamento que se realiza por todo o País, inclusive ao nível dos executivos e legislativos municipais e estaduais, esferas políticas onde supostamente seria um tema estranho. Quanto à esfera municipal propriamente dita, lembro que um Candidato a Vereador ou Prefeito que já tenha se manifestado favorável ao aborto pode estar no início de uma carreira política e quanto antes seja eleitoralmente derrotado melhor, impedindo-o de causar estragos à República.
O segundo critério de escolha:
Não votar em Candidatos socialistas e comunistas.
Não seriam necessárias maiores explicações para este segundo item, pois é fato mais do que sabido que o Integralismo é anti-comunista, porém, para os que se espantam com tal intransigência explico: O Integralismo filosoficamente parte de uma Concepção Espiritualista do Universo e do Homem. Não sendo um Movimento Religioso, nem Confessional, mesmo assim, o Integralismo afirma a existência de Deus e tem o Ser Supremo como o Fundamento de toda a Ordem Social. Assim, creio que tenha ficado claro que nenhum Integralista poderá apoiar, direta ou indiretamente, o socialismo em todas as suas variações ideológicas. Fica vedado, portanto, aos Integralistas, o voto aos candidatos de “esquerda”. Evidentemente, supostos ou reais não-comunistas e anti-comunistas que tenham manifestado também posições materialistas (ateísmo e agnosticismo), não poderão ser sufragados pelos Integralistas.
Terceiro critério:
Não votar em Candidatos a serviço do capitalismo financeiro internacional.
Ressalto que aqueles Candidatos comprometidos parcial ou totalmente à agenda globalista do capitalismo financeiro internacional, em hipótese alguma poderão ser sufragados pelos Integralistas. O Integralismo é visceralmente contrário ao liberalismo, em todas as formas que possa assumir, com seu amoralismo dissolvente, o seu falso conceito de liberdade, seu individualismo exacerbado que é incompatível com o autêntico Conceito de Pessoa Humana, com a plutocracia se fingindo de Democracia, com seu agnosticismo (a forma mais torpe de materialismo), enfim, com o seu espírito burguês corruptor de todas as Nacionalidades.
Tenho certeza que os critérios apontados são suficientes como orientação aos Integralistas - não importando qual seja a Eleição de que estejam participando -, naquelas situações em que não tenhamos nossos próprios Candidatos.
Pelo Bem do Brasil!
Anauê!

sábado, 22 de abril de 2017

Refutando grave calúnia contra a Frente Integralista Brasileira e seu Presidente Nacional, o Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy.

Sérgio de Vasconcellos

Nós, os Integralistas que militamos há muito tempo no Movimento, acabamos adquirindo uma certa insensibilidade às calúnias, mentiras, inverdades, ataques injustificados ao Integralismo. Os Integralistas mais jovens até mesmo estranham esse nosso comportamento e esperariam uma reação mais pronta e decisiva desmentindo os nossos opositores. De nossa parte, não tenho procuração para falar pelos velhos Companheiros, mas, acredito interpretar o sentimento geral dos mesmos, preferimos nos dedicar a difundir a Doutrina Integralista e a História do Movimento à luz da nossa perspectiva, evidentemente, deixando a refutação final e definitiva para quando estivermos no Poder da República...

Assim, certamente causará certa surpresa que, contrariando uma posição já assumida de não replicarmos aos batráquios que nos atacam, venhamos agora refutar uma acusação que envolve a FIB e o Companheiro Victor Emanuel, nosso Presidente Nacional. E que calúnia é esta, tão revoltante, que nos obrigou a vir dar-lhe cabal desmentido?

De uns tempos a esta parte têm sido difundido de forma solerte e covarde a seguinte afrontosa mentira: Que na Frente Integralista Brasileira era proibido falar em Gustavo Barroso e que tal determinação partira do próprio Presidente Nacional, o Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy que, inclusive, ordenara que nada de autoria de Barroso ou sobre ele fosse publicado no Portal Oficial do Integralismo. Se esta tolice tivesse sido afirmada por comunistas, liberais, anarquistas, etc., nem nos molestaríamos em responder indivíduos sabidamente anti-Integralistas. Todavia, a fonte desta calúnia torpe é um ajuntamento de criaturas que se dizem Integralistas, não obstante jamais terem militado em nosso Movimento, e cujas organizações jamais portam o nosso nome e simbologia, preferindo macaquear movimentos estrangeiros. Ora, vindo de sujeitos que se dizem Integralistas, obviamente tal MENTIRA foi e é crida por Brasileiros mais ingênuos... não, deixemos os eufemismos de lado, é acreditada por Brasileiros BURROS, tão BURROS e INCAPAZES que não se dispuseram a dirigir-se aos membros conhecidos da FIB ou apenas acessar o nosso Portal e desenganar-se a respeito. Tais imbecis, não satisfeitos em crer no absurdo criado por anti-Integralistas que se fingem de Integralistas para esconder sua adesão a ideologias estrangeiras, o propalam, ecoam o coachar de nazistóides e fascistóides travestidos de Integralistas, cooperando na difusão de mais esta inverdade assacada contra o Sigma.

Como, entre os boçais que criaram esta história da carochinha e os repetidores inconscientes da mesma, talvez existam algumas pessoas que, apesar de sua limitação intelectual, possam estar sendo sinceras, isto é, realmente achando que colocamos o nosso Gustavo Barroso em uma espécie de ostracismo histórico e doutrinário, resolvi escrever este breve Artigo, onde espero que aprendam uma verdade muito simples: Integralismo se aprende com Integralistas e não com idiotas. Provarei nos parágrafos abaixo que Gustavo Barroso é presença viva em nosso Movimento.

Vou provar a minha afirmação da forma que é a mais palpável e que pode ser confirmada por todos os leitores por si próprios: O Portal Oficial do Integralismo e os Blogs Integralistas que o secundam.

Então, não existem textos de Gustavo Barroso no Portal da FIB?

Curioso, pois é no Portal que pode ser encontrado O Integralismo,  http://www.integralismo.org.br/?cont=33 , importantíssimo, e que ainda foi reproduzido em dois Blogs diferentes: http://oquartoimperio.blogspot.com.br/2013/12/o-integralismo.html  e http://integralismo.blogspot.com.br/2008/07/o-integralismo-gustavo-barroso-o.html

Será único? Não. Eis outro: http://www.integralismo.org.br/?cont=907&tx=7 , Revolução Interior, e que também pode ser lido no seguinte Blog: http://oquartoimperio.blogspot.com.br/2014/07/revolucao-interior.html


Não é suficiente? Então vejam o que é possível ler em ALGUNS dos muitos Blogs do Sigma:









Mas, como é possível? Não era proibida a divulgação de escritos de Gustavo Barroso? Encontramos tanto no Portal, quanto em Blogs Integralistas diversos, a transcrição de textos de sua Autoria. Companheiro Victor, você tem que botar ordem na casa. Ninguém está obedecendo o seu veto a Gustavo Barroso...

E sobre Gustavo Barroso? Pelo menos nesse quesito ninguém deve ter ousado desobedecer o Presidente Victor Emanuel, certo? Errado!

Gustavo Dodt Barroso, http://www.integralismo.org.br/?cont=873#.WPEPntQrKM8  , que foi transcrito deste “site”: www.biblio.com.br

Homenagem a Gustavo Barroso, do Deputado Federal Elimar Maximo Damasceno (PRONA): http://www.integralismo.org.br/?cont=54&ox=9



125 anos de Gustavo Barroso, de  Luiz Gonçalves Alonso Ferreira: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=255#.WPEDTtTyuM8

Gustavo Barroso, nazista?, de Victor Emanuel Vilela  Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=272#.WPECFdTyuM8






Gustavo Barroso, de Sérgio de Vasconcellos: http://integralismohistoriaedoutrina.blogspot.com.br/2010/07/gustavo-barroso.html  . Obs.: Os dois último trabalhados têm o mesmo título, mas, não o mesmo conteúdo.

Um monte de estudos sobre o Barroso no Portal e nos Blogs sigmáticos! Que acinte! O primeiro a não obedecer sua própria ordem de não mencionar Gustavo Barroso é o Presidente Nacional! O que é isso, Companheiro?

E será que Gustavo Barroso é citado em trabalhos recentes? Claro que não, afinal foi banido o seu nome do Movimento pelo Companheiro Victor Emanuel. Mais uma vez errado! Gustavo Barroso é citado a todo momento pelos Autores Integralistas contemporâneos. Vejamos.

84 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=382#.WPQCVdTyuM8

120 Anos do Tratado de Amizade Brasil-Japão, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=366#.WPQC_tTyuM8

Pela Verdadeira Independência do Brasil, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=354#.WPQDcNTyuM8

O Estado Integral e a Economia, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=336#.WPQELtTyuM8

A Tradição, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=340#.WPQEf9TyuM8

Nota de esclarecimento ao Portal Yahoo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=324#.WPQFEtQrKM8

82 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=312#.WPQG4dQrKM8

Nota de esclarecimento aos Portais BBC Brasil, IG, Terra, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=266#.WPQHvNQrKM8

81 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=247#.WPQIjdQrKM8

Espírito burguês e espírito nobre, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=227#.WPQJJ9QrKM8

Posição do Integralismo em face do racismo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=219#.WPQJLtQrKM8

Educação: situação atual e a proposta Integralista, de Lucas Antonio Feitosa de Jesus: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=213#.WPQKCtQrKM8

Sobre o Dossiê “Nazismo no Brasil”, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=201#.WPQKEtQrKM8

O Integralismo, escola de nobreza espiritual, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=199#.WPQKFtQrKM8

80 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=189#.WPQKL9QrKM8

Mensagem de Natal e Ano Novo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=139#.WPQMJdQrKM8

79 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=125#.WPQMwtQrKM8

Uma visão integral para a segurança pública, de Luiz Gonçalves Alonso Ferreira: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=61#.WPQNotQrKM8

O Integralismo e o Homem Integral, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=52#.WPQOz9QrKM8

Império de Mamon e Império Cristão, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=34#.WPQO5dQrKM8

Estado e Império, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=8#.WPQO_tQrKM8



O Integralismo foi o introdutor do antissemitismo no Brasil?, de Sérgio de Vasconcellos: http://integralismo.blogspot.com.br/2010/09/o-integralismo-foi-o-introdutor-do-anti.html


Catolicismo e Integralismo, de Sérgio de Vasconcellos: http://integralismo.blogspot.com.br/2010/01/catolicismo-e-integralismo.html

Brasil - Eterna Colônia de Banqueiros?, de Marcelo Silveira: http://integralismo.blogspot.com.br/2013/03/brasil-eterna-colonia-de-banqueiros.html

Em resposta a algumas bobagens que estão falando no meio monárquico sobre o Integralismo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://victoremanuelvilelabarbu.blogspot.com.br/2011/07/em-resposta-algumas-bobagens-que-andam.html



A Família Rothschild e a City of London, de Eduardo Ferraz: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=225#.WPQXS9QrKM8

Pelo visto, o primeiro a ignorar a determinação de proibir Barroso teria sido o próprio Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy, o autor da proibição... Que mau exemplo, Companheiro. Que falta de disciplina. Se deu uma ordem, teria que ser o primeiro a cumpri-la e não descumpri-la, como ficou patente nas referências acima.

Os Companheiros que estejam me acompanhando até aqui saberão compreender a ironia.

Aos leitores inteligentes parecerá ocioso dizer que os mais de 50 títulos lincados não esgotam a presença virtual de Gustavo Barroso no Portal da FIB e nos Blogs Integralistas, sendo apenas uma pequena amostragem para demonstrar a estupidez da afirmação de que o Integralismo contemporâneo rejeita Barroso. Todavia, como a burrice cresce no Brasil de forma exponencial, eu vou asseverar redundantemente: Os mais de 50 títulos acima lincados - de autoria do próprio, sobre Barroso, e, ainda, mencionando-o ou referenciando-o – são uma pequena amostra da presença barrosiana em parte do meio virtual Integralista. Pequena parte não só porque não esgotam as publicações no Portal da FIB e nos Blogs Integralistas, como nem mesmo indicam as redes sociais, o wathsaap, o twitter, o Youtube, os fóruns, etc.

Se os fautores dessa acusação ridícula alguma vez tivessem comparecido em uma Reunião Integralista, em qualquer parte do Território Nacional, saberiam que Barroso é continuamente mencionado ou mesmo que textos de sua autoria são lidos. Se acompanhassem o movimento editorial Integralista recente saberiam que o Editor Integralista Gumercindo Rocha Dorea reeditou o A Verdade sobre o Integralismo, de autoria do Companheiro Jayme Ferreira da Silva, onde encontramos uma defesa inexpugnável às calúnias atiradas contra Barroso; que o mesmo Editor também reeditou o maravilhoso O Brasil na Lenda e na Cartografia Antiga, em que colocou à guisa de Prefácio o belo discurso de Plínio Salgado na Câmara Federal, elogiando Gustavo Barroso, quando este faleceu em 1959; saberiam que nos dois volumes de O Integralismo – um novo paradigma, Barroso é insistentemente citado e reconhecido como palavra autorizada; que no volumoso Existe um Pensamento Político Brasileiro? Existe, sim Raymundo Faoro: o Integralismo!, organizado e editado pelo já mencionado Companheiro Gumercindo Rocha Dorea, o nosso Gustavo Barroso é fartamente citado.

Não há porque prosseguir. Tudo o que deixamos escrito até aqui demonstra de forma irrespondível a falsidade da sórdida calúnia assacada contra a FIB, o Companheiro Victor Emanuel e o Sigma em geral. Os forjicadores de tal aleivosia só podem ser grandessíssimos canalhas, apátridas dos mais repulsivos, piores que os comunistas; e os que, uma vez lido este Artigo, teimarem em continuar difundindo esta pútrida calúnia, são asnos incompletos, pois falta-lhes apenas os rabos.

Peço desculpas aos verdadeiros Integralistas se os submeti a um vocabulário que não é normalmente o meu e nunca o é do Integralismo, mas, a indignação ditou a forma porque tracei tais linhas. Espero que me compreendam.

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!