sábado, 22 de abril de 2017

Refutando grave calúnia contra a Frente Integralista Brasileira e seu Presidente Nacional, o Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy.

Sérgio de Vasconcellos

Nós, os Integralistas que militamos há muito tempo no Movimento, acabamos adquirindo uma certa insensibilidade às calúnias, mentiras, inverdades, ataques injustificados ao Integralismo. Os Integralistas mais jovens até mesmo estranham esse nosso comportamento e esperariam uma reação mais pronta e decisiva desmentindo os nossos opositores. De nossa parte, não tenho procuração para falar pelos velhos Companheiros, mas, acredito interpretar o sentimento geral dos mesmos, preferimos nos dedicar a difundir a Doutrina Integralista e a História do Movimento à luz da nossa perspectiva, evidentemente, deixando a refutação final e definitiva para quando estivermos no Poder da República...

Assim, certamente causará certa surpresa que, contrariando uma posição já assumida de não replicarmos aos batráquios que nos atacam, venhamos agora refutar uma acusação que envolve a FIB e o Companheiro Victor Emanuel, nosso Presidente Nacional. E que calúnia é esta, tão revoltante, que nos obrigou a vir dar-lhe cabal desmentido?

De uns tempos a esta parte têm sido difundido de forma solerte e covarde a seguinte afrontosa mentira: Que na Frente Integralista Brasileira era proibido falar em Gustavo Barroso e que tal determinação partira do próprio Presidente Nacional, o Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy que, inclusive, ordenara que nada de autoria de Barroso ou sobre ele fosse publicado no Portal Oficial do Integralismo. Se esta tolice tivesse sido afirmada por comunistas, liberais, anarquistas, etc., nem nos molestaríamos em responder indivíduos sabidamente anti-Integralistas. Todavia, a fonte desta calúnia torpe é um ajuntamento de criaturas que se dizem Integralistas, não obstante jamais terem militado em nosso Movimento, e cujas organizações jamais portam o nosso nome e simbologia, preferindo macaquear movimentos estrangeiros. Ora, vindo de sujeitos que se dizem Integralistas, obviamente tal MENTIRA foi e é crida por Brasileiros mais ingênuos... não, deixemos os eufemismos de lado, é acreditada por Brasileiros BURROS, tão BURROS e INCAPAZES que não se dispuseram a dirigir-se aos membros conhecidos da FIB ou apenas acessar o nosso Portal e desenganar-se a respeito. Tais imbecis, não satisfeitos em crer no absurdo criado por anti-Integralistas que se fingem de Integralistas para esconder sua adesão a ideologias estrangeiras, o propalam, ecoam o coachar de nazistóides e fascistóides travestidos de Integralistas, cooperando na difusão de mais esta inverdade assacada contra o Sigma.

Como, entre os boçais que criaram esta história da carochinha e os repetidores inconscientes da mesma, talvez existam algumas pessoas que, apesar de sua limitação intelectual, possam estar sendo sinceras, isto é, realmente achando que colocamos o nosso Gustavo Barroso em uma espécie de ostracismo histórico e doutrinário, resolvi escrever este breve Artigo, onde espero que aprendam uma verdade muito simples: Integralismo se aprende com Integralistas e não com idiotas. Provarei nos parágrafos abaixo que Gustavo Barroso é presença viva em nosso Movimento.

Vou provar a minha afirmação da forma que é a mais palpável e que pode ser confirmada por todos os leitores por si próprios: O Portal Oficial do Integralismo e os Blogs Integralistas que o secundam.

Então, não existem textos de Gustavo Barroso no Portal da FIB?

Curioso, pois é no Portal que pode ser encontrado O Integralismo,  http://www.integralismo.org.br/?cont=33 , importantíssimo, e que ainda foi reproduzido em dois Blogs diferentes: http://oquartoimperio.blogspot.com.br/2013/12/o-integralismo.html  e http://integralismo.blogspot.com.br/2008/07/o-integralismo-gustavo-barroso-o.html

Será único? Não. Eis outro: http://www.integralismo.org.br/?cont=907&tx=7 , Revolução Interior, e que também pode ser lido no seguinte Blog: http://oquartoimperio.blogspot.com.br/2014/07/revolucao-interior.html


Não é suficiente? Então vejam o que é possível ler em ALGUNS dos muitos Blogs do Sigma:









Mas, como é possível? Não era proibida a divulgação de escritos de Gustavo Barroso? Encontramos tanto no Portal, quanto em Blogs Integralistas diversos, a transcrição de textos de sua Autoria. Companheiro Victor, você tem que botar ordem na casa. Ninguém está obedecendo o seu veto a Gustavo Barroso...

E sobre Gustavo Barroso? Pelo menos nesse quesito ninguém deve ter ousado desobedecer o Presidente Victor Emanuel, certo? Errado!

Gustavo Dodt Barroso, http://www.integralismo.org.br/?cont=873#.WPEPntQrKM8  , que foi transcrito deste “site”: www.biblio.com.br

Homenagem a Gustavo Barroso, do Deputado Federal Elimar Maximo Damasceno (PRONA): http://www.integralismo.org.br/?cont=54&ox=9



125 anos de Gustavo Barroso, de  Luiz Gonçalves Alonso Ferreira: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=255#.WPEDTtTyuM8

Gustavo Barroso, nazista?, de Victor Emanuel Vilela  Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=272#.WPECFdTyuM8






Gustavo Barroso, de Sérgio de Vasconcellos: http://integralismohistoriaedoutrina.blogspot.com.br/2010/07/gustavo-barroso.html  . Obs.: Os dois último trabalhados têm o mesmo título, mas, não o mesmo conteúdo.

Um monte de estudos sobre o Barroso no Portal e nos Blogs sigmáticos! Que acinte! O primeiro a não obedecer sua própria ordem de não mencionar Gustavo Barroso é o Presidente Nacional! O que é isso, Companheiro?

E será que Gustavo Barroso é citado em trabalhos recentes? Claro que não, afinal foi banido o seu nome do Movimento pelo Companheiro Victor Emanuel. Mais uma vez errado! Gustavo Barroso é citado a todo momento pelos Autores Integralistas contemporâneos. Vejamos.

84 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=382#.WPQCVdTyuM8

120 Anos do Tratado de Amizade Brasil-Japão, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=366#.WPQC_tTyuM8

Pela Verdadeira Independência do Brasil, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=354#.WPQDcNTyuM8

O Estado Integral e a Economia, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=336#.WPQELtTyuM8

A Tradição, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=340#.WPQEf9TyuM8

Nota de esclarecimento ao Portal Yahoo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=324#.WPQFEtQrKM8

82 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=312#.WPQG4dQrKM8

Nota de esclarecimento aos Portais BBC Brasil, IG, Terra, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=266#.WPQHvNQrKM8

81 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=247#.WPQIjdQrKM8

Espírito burguês e espírito nobre, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=227#.WPQJJ9QrKM8

Posição do Integralismo em face do racismo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=219#.WPQJLtQrKM8

Educação: situação atual e a proposta Integralista, de Lucas Antonio Feitosa de Jesus: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=213#.WPQKCtQrKM8

Sobre o Dossiê “Nazismo no Brasil”, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=201#.WPQKEtQrKM8

O Integralismo, escola de nobreza espiritual, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=199#.WPQKFtQrKM8

80 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=189#.WPQKL9QrKM8

Mensagem de Natal e Ano Novo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=139#.WPQMJdQrKM8

79 Anos do Manifesto de Outubro, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=125#.WPQMwtQrKM8

Uma visão integral para a segurança pública, de Luiz Gonçalves Alonso Ferreira: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=61#.WPQNotQrKM8

O Integralismo e o Homem Integral, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=52#.WPQOz9QrKM8

Império de Mamon e Império Cristão, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=34#.WPQO5dQrKM8

Estado e Império, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=8#.WPQO_tQrKM8



O Integralismo foi o introdutor do antissemitismo no Brasil?, de Sérgio de Vasconcellos: http://integralismo.blogspot.com.br/2010/09/o-integralismo-foi-o-introdutor-do-anti.html


Catolicismo e Integralismo, de Sérgio de Vasconcellos: http://integralismo.blogspot.com.br/2010/01/catolicismo-e-integralismo.html

Brasil - Eterna Colônia de Banqueiros?, de Marcelo Silveira: http://integralismo.blogspot.com.br/2013/03/brasil-eterna-colonia-de-banqueiros.html

Em resposta a algumas bobagens que estão falando no meio monárquico sobre o Integralismo, de Victor Emanuel Vilela Barbuy: http://victoremanuelvilelabarbu.blogspot.com.br/2011/07/em-resposta-algumas-bobagens-que-andam.html



A Família Rothschild e a City of London, de Eduardo Ferraz: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=225#.WPQXS9QrKM8

Pelo visto, o primeiro a ignorar a determinação de proibir Barroso teria sido o próprio Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy, o autor da proibição... Que mau exemplo, Companheiro. Que falta de disciplina. Se deu uma ordem, teria que ser o primeiro a cumpri-la e não descumpri-la, como ficou patente nas referências acima.

Os Companheiros que estejam me acompanhando até aqui saberão compreender a ironia.

Aos leitores inteligentes parecerá ocioso dizer que os mais de 50 títulos lincados não esgotam a presença virtual de Gustavo Barroso no Portal da FIB e nos Blogs Integralistas, sendo apenas uma pequena amostragem para demonstrar a estupidez da afirmação de que o Integralismo contemporâneo rejeita Barroso. Todavia, como a burrice cresce no Brasil de forma exponencial, eu vou asseverar redundantemente: Os mais de 50 títulos acima lincados - de autoria do próprio, sobre Barroso, e, ainda, mencionando-o ou referenciando-o – são uma pequena amostra da presença barrosiana em parte do meio virtual Integralista. Pequena parte não só porque não esgotam as publicações no Portal da FIB e nos Blogs Integralistas, como nem mesmo indicam as redes sociais, o wathsaap, o twitter, o Youtube, os fóruns, etc.

Se os fautores dessa acusação ridícula alguma vez tivessem comparecido em uma Reunião Integralista, em qualquer parte do Território Nacional, saberiam que Barroso é continuamente mencionado ou mesmo que textos de sua autoria são lidos. Se acompanhassem o movimento editorial Integralista recente saberiam que o Editor Integralista Gumercindo Rocha Dorea reeditou o A Verdade sobre o Integralismo, de autoria do Companheiro Jayme Ferreira da Silva, onde encontramos uma defesa inexpugnável às calúnias atiradas contra Barroso; que o mesmo Editor também reeditou o maravilhoso O Brasil na Lenda e na Cartografia Antiga, em que colocou à guisa de Prefácio o belo discurso de Plínio Salgado na Câmara Federal, elogiando Gustavo Barroso, quando este faleceu em 1959; saberiam que nos dois volumes de O Integralismo – um novo paradigma, Barroso é insistentemente citado e reconhecido como palavra autorizada; que no volumoso Existe um Pensamento Político Brasileiro? Existe, sim Raymundo Faoro: o Integralismo!, organizado e editado pelo já mencionado Companheiro Gumercindo Rocha Dorea, o nosso Gustavo Barroso é fartamente citado.

Não há porque prosseguir. Tudo o que deixamos escrito até aqui demonstra de forma irrespondível a falsidade da sórdida calúnia assacada contra a FIB, o Companheiro Victor Emanuel e o Sigma em geral. Os forjicadores de tal aleivosia só podem ser grandessíssimos canalhas, apátridas dos mais repulsivos, piores que os comunistas; e os que, uma vez lido este Artigo, teimarem em continuar difundindo esta pútrida calúnia, são asnos incompletos, pois falta-lhes apenas os rabos.

Peço desculpas aos verdadeiros Integralistas se os submeti a um vocabulário que não é normalmente o meu e nunca o é do Integralismo, mas, a indignação ditou a forma porque tracei tais linhas. Espero que me compreendam.

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Brevíssimos esclarecimentos sobre a Doutrina e História do Integralismo

Integralistas junto com membros do MV-Brasil no final de um "Arrastão Cultural" (Leme, Rio de Janeiro - RJ), em Junho de 2005.
Sérgio de Vasconcellos

1º) O Chefe Nacional Plínio Salgado e os Integralistas jamais apoiaram um suposto projeto de Getúlio Vargas, porque tinham o seu próprio Projeto, explanado em diversos Livros e resumidamente exposto pelo próprio Plínio no famoso Manifesto Programa de 1936. Se, eventualmente, apoiamos esta ou aquela iniciativa do Governo getulista, o fizemos por entender que era bom para o Brasil. Agora mesmo, numa hipótese absurda, se o Governo Dilma tomar uma iniciativa que beneficie a Nação, terá o apoio dos Integralistas para tal iniciativa, apesar do divórcio ideológico que nos separa do PT. Para nós, o Brasil está acima de tudo.

Integralistas junto com outras organizações na "Marcha da Família pela Liberdade" (Copacabana,  Rio de Janeiro - RJ), em Março de 2008.
2º) O Integralismo não é, nunca foi e jamais será de direita. Sobre isso o Chefe foi bastante claro em “Verdades da direita e da esquerda” e “Direitas e esquerdas”. Gustavo Barroso já no seu primeiro Livro Integralista -  O Integralismo em Marcha (1933) - deixa isso também perfeitamente estabelecido: “Na situação a que atingimos, não podemos consentir que o nosso país se incline para a Direita ou para a Esquerda, porque ambas são situações de desequilíbrio, porém devemos força-lo a seguir para a Frente”. Palavras que até soam proféticas para nós que militamos na Frente Integralista Brasileira. Não obstante, estamos abertos ao diálogo e ações conjuntas com quaisquer outras correntes que se reconheçam como patrióticas e nacionalistas, e temos ido às ruas muito antes disso virar moda. Aliás, ao contrário do que muitos supõem, os Integralistas têm participado, em todo o Brasil, das manifestações impedimentistas e intervencionistas. Mas, desde março de 2015, curiosamente, começamos a ser hostilizados, quer nas manifestações impedimentistas, quer nas intervencionistas, parecendo que, de algum lugar, veio uma ordem nesse sentido... As imagens que ilustram este Artigo são uma pequena amostra do registro fotográfico existente, e todas, com exceção da última, anteriores a  2013, isto é, de antes das Jornadas  de Junho de 2013, das quais participamos e sobre as quais eu – “Os Integralistas nas recentes manifestações populares” - e outros Companheiros escrevemos, e que mereceu um belo Artigo do conhecido Pensador Católico, Paulo Le Chevalier, e que pode ser lido aqui. Mais documentação fotográfica pode ser consultada nos seguintes “links”: Frente  Integralista Brasileira - Imagens Atuais, Integralismo!, IntegralismoRio, Grupo Integralista da Guanabara - Pós 1975
 
Integralistas em Festividade Cívica (São Paulo - SP), em Julho de 2008.

3º) Não seguimos a cartilha leninista pela simples razão que somos Integralistas, e seguimos a Cartilha de Plínio Salgado. O Chefe expôs nosso ponto de vista no Artigo “Técnica de Sorel e Técnica de Cristo”, publicado originalmente n'A Offensiva (1935) e enfeixado no Livro "Palavra  Nova dos Tempos Novos" (1936).

4º) O Integralismo não será o braço armado de qualquer revolução. O Integralismo não acredita na violência como arma política. Somos pela Revolução de Ideias. Desde o Manifesto de Outubro de 1932, com o qual Plínio Salgado Fundou o Integralismo, isto está perfeitamente assente. Como a Acção Integralista Brasileira – A.I.B. – teve uma Milícia até 1935, muitos, sem se dar o trabalho de consultar a Literatura Integralista, supõem que pretendíamos ou ainda pretendemos chegar ao Poder da República através de um Golpe. Nada mais distante do Ideário Pliniano. Portanto, o Integralismo não será bucha de canhão para a “direita capitalista”.

Alguns dos Integralistas que participaram da bem sucedida  Panfletagem na Praça Saens Peña (Tijuca, Rio de Janeiro - RJ), em Agosto de 2009.
5º) Enquanto existir um Regime Econômico Capitalista no Brasil,  não cessaremos a luta, pois, somos tão anticapitalistas, quanto anticomunistas.

6º) O Integralismo já ultrapassou a casa dos 83 nos de existência. Nesse período, partidos, correntes, políticos, etc., que nos combateram a ferro e fogo, desapareceram e nós prosseguimos a nossa Jornada em direção à Idade Nova. De nossos adversários ideológicos, só os comunistas subsistiram, mas, de forma melancólica, como caricatura de um ideal revolucionário, que criticávamos, porém, respeitávamos.

Integralistas em Solenidade Cívica (São Paulo - SP), em Setembro de 2010.
7º) O País, na ótica de uma classe média aburguesada e decadente, está em polvorosa. A grande maioria, a massa, ignora essa pretensa convulsão social em vias de acontecer... Perguntamos a esses iludidos pequenos e grandes burgueses: A Revolução vai acontecer? Que Revolução? A da “direita capitalista”? Ora, isso não é Revolução, mas, mera substituição de indivíduos no Poder. Se não houver mudança do Estado, não houve Revolução. Exemplos de Revolução: Revolução Francesa, Revolução Comunista, Revolução Fascista. No Brasil, por exemplo, fala-se em Revolução 1964, nada mais errado, porquanto a “revolução” limitou-se a retirar uma facção do Poder e colocou outra, a sombra das baionetas, o Estado Brasileiro permaneceu o mesmo.

Manifestação em Brasília (DF), com 50.000 pessoas presentes, e onde usou da palavra o conhecido Líder Integralista, Companheiro Paulo Costa, em Junho de 2011.
8º) A Literatura Integralista no referente à Economia tem uma grande falha: Infelizmente, está dispersa pelos Periódicos Integralistas, e os Livros Integralistas voltados para a área são poucos: O de Américo Ribeiro de Araújo (cujo título não me recordo), o de Gustavo Barroso, “Brasil, Colônia de Banqueiros”, o de Affonso de Carvalho, “O Brasil não é dos Brasileiros”. Estes dois últimos voltados mais para denunciar  a nossa situação de espoliados pelo Capitalismo. Ainda temos, Miguel Reale, com sua Obra “O Capitalismo Internacional”, em que faz a crítica ao capitalismo internacional para em seguida expor as bases da Economia Nova, a Economia Integralista. Na Literatura Integralista, da década de 30 aos nossos dias, os nossos diversos Autores dedicam um ou mais Capítulos à questão econômica. Na nossa época virtual, muitos Artigos têm sido publicados a respeito. Todavia, forçoso é reconhecer que uma exposição definitiva da Economia Integralista ainda está por ser feita. Indico aos curiosos que desejam conhecer a profundidade do Pensamento Econômico Integralista a leitura de “Império de Mamon e Império Cristão”, do brilhante Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy, Presidente Nacional da Frente Integralista  brasileira – FIB.

Integralistas presentes na Manifestação em Brasília (DF), Junho de 2011.
9º) Aos bisonhos que teimam em vir nos “ajudar”, e que não sendo Integralistas, querem nos ensinar a nossa Doutrina e orientar a nossa ação, digo que o Integralismo dispensa tal cooperação. Sugiro que estudem mais sobre a História e Doutrina Integralistas. Ressalto que Integralismo só se aprende com Integralistas, e não com esta caterva de comunistas travestidos de historiadores, sociólogos, cientistas políticos, etc.

10º) A atual pouca penetração do nosso Movimento junto às “massas” não se deve a qualquer indigência teórica, simplesmente porque as massas não dão a mínima a teorias políticas ou quaisquer outras, completamente imbecilizadas por décadas de lavagem cerebral feita pelos meios de comunicação, todos pertencentes ao Poder Econômico. A nossa fraca presença junto às “massas” deve-se, entre outros motivos, a nossa falta de recursos materiais, em português claro, dinheiro, para podermos fazer frente à ideologia alienante de liberais e marxistas. Nós, da FIB, não temos financiadores. Por nossa acendrada posição crítica ao capitalismo, os Empresários obviamente não nos dão um centavo. Nossos recursos financeiros saem do bolso dos próprios Camisas Verdes, e como, neste momento, a maioria é de jovens, ainda sem recursos próprios, o dinheiro que dispomos para a difusão das nossas Ideias está muito aquém do que necessitaríamos. Outro motivo é a própria condição de imbecilização coletiva, pois, o que comunicamos, o que dizemos, o que propomos, é tão diferente do que a massa está acostumada a ouvir que é muito difícil convencer. No Prefácio do 2º volume de “Integralismo – Um novo paradigma” escrevi francamente: “Não escapa a nenhum Integralista a constatação que, com o passar dos anos, foi “se tornando progressivamente mais difícil explicar o que é o Integralismo àqueles que ainda não o conhecem, pois, além da campanha de desinformação de que somos vítimas, a nossa Mensagem de Reconstrução Pessoal e Nacional não encontra receptividade numa sociedade em que a degeneração intelectual e moral é avassaladora”. Portanto, todos os Integralistas estão perfeitamente cientes dos esforços brutais a que estão obrigados para difundir o nosso Ideal Revolucionário. Quando conquistamos um Brasileiro é maravilhoso, mas, aí ele não faz mais parte da massa, tornou-se um Brasileiro Consciente de seus Direitos e Deveres.

Integralistas em Fortaleza (CE), em Junho de 2011.
11º) Apesar de rejeitar a tomada do Poder pelo Golpe, o Integralismo cooperará com qualquer Governo, se for chamado para tal, e desde que tal cooperação não violente os Princípios Doutrinários do Sigma.

Integralistas  participando de uma Marcha pela Vida (Fortaleza - CE), em Novembro de 2012).
12º) De qualquer forma, historicamente, nenhuma “revolução” foi vitoriosa no Brasil sem o apoio das Forças Armadas. Portanto, qualquer insurreição popular em que, no mínimo, as FFAA fiquem neutras e assistam sem interferir a derrubada do Governo, não terá a menor possibilidade de sucesso.

Anauê!
Integralistas em Festividade Cívica (São Paulo - SP), em Julho de 2013. 

domingo, 29 de novembro de 2015

Alguns poucos elementos para o Estudo do Corporativismo (2015)


Sérgio de Vasconcellos
Ao Companheiro Eduardo Ferraz.
Origens

Evidentemente, o Integralismo não é o criador do Corporativismo, que vinha sendo debatido por diversos Pensadores desde o Século XIX, bem antes, portanto, de Plínio Salgado propô-lo ao Povo Brasileiro no Manifesto de 07 de Outubro de 1932.

Segundo o brilhante Monsenhor Fino Beja, no seu magnífico Livro A Igreja, o Operário e o Corporativismo, agrupamentos de índole corporativa existiam desde a Antiguidade. Tal constatação histórica – também apontada por outros Autores -, coaduna-se, aliás, perfeitamente com o que sustenta a Sociologia Integralista, que os Homens tendem naturalmente a unir-se para obtenção de interesses e aspirações comuns, daí resultando o surgimento dos Grupos Naturais da Sociedade. O futuro Estado Integral, que ergueremos no Brasil, é exatamente a Organização moral, política, econômica e jurídica das Forças Vivas da Nação.

Mas, fugiria ao escopo deste arrazoado o enveredar pelas origens e desenvolvimento do corporativismo através dos tempos, e por isso limito-me a indicar a leitura da muito bem elaborada Obra de Mons. Beja mencionada.

Surgimento do Corporativismo Moderno

É inteiramente falso que o Corporativismo Moderno seja um produto do fascismo. Na verdade, com o progressivo desmantelo da sociedade medieval e a paulatina ascensão das ideias e instituições do liberalismo e do capitalismo, particularmente, após as Revoluções Industrial, Americana e Francesa, a situação social tornou-se brutalmente opressiva. Para lutar contra a exploração capitalista, os Trabalhadores passaram a organizar-se, a despeito da legislação burguesa que os proibia de fazê-lo, e desencadeia-se a luta entre o Capital e o Trabalho. Também não seria aqui o local apropriado para tratar da Luta Econômica como um dos dínamos da História, e que Plínio Salgado expõe com clareza em O que é o Integralismo e em outras de suas Obras.

O fato é que a Questão Social não seria resolvida dentro dos marcos tradicionais do liberalismo, e as soluções propostas por anarquistas e socialistas (utópicos ou não) só agravariam o problema, como a História encarregou-se de provar naqueles Países onde a “ditadura do proletariado” foi imposta (URSS, China, Mongólia, Coréia do Norte, Vietnam, Laos, Camboja, Cuba, Moçambique, Angola, Polônia, Etiópia, Romênia, Hungria, Tchecoslováquia, Bulgária, Guiné-Bissau, Iugoslávia, etc.), instaurando-se um regime totalitário, com o genocídio sistemático de milhões de Trabalhadores, campos de concentração, trabalho escravo e todo um cortejo de horrores. Reconhecendo a impossibilidade de se manter um regime social, político e econômico dos mais iníquos, e por outro lado, percebendo os absurdos das propostas socialistas, autonomamente, em diferentes Países, alguns Pensadores buscaram outra alternativa e a encontraram no Corporativismo.

São os Teóricos que reabilitaram, no Século XIX, o Corporativismo, e passaram a História com a designação de “Católicos Sociais”: Von Ketteler, Albert de Mun, La Tour du Pin, Von Vogelsang, Toniolo e tantos outros, e que não se limitaram a teorizar, mas, lançaram-se as lutas sociais do seu tempo, e criaram a ambiência intelectual que possibilitou a Rerum Novarum de Leão XIII e o surgimento da Doutrina Social da Igreja.

Passando ao Século XX, o Corporativismo foi apropriado por sociólogos, juristas, economistas, políticos, que o abordaram não só de seus peculiares ângulos de visada, mas, também de variegadas correntes interpretativas desse novo fenômeno social, político e econômico. Uma vastíssima Literatura Corporativa foi publicada em variados idiomas, num debate que gerou inclusive Congressos Internacionais sobre Corporativismo, como os de Ferrara e Roma, respectivamente em 1932 e 1934. Esse interesse manteve-se até a II Guerra Mundial. Eis alguns dos vultos do Corporativismo de então: Alfredo Rocco, António Sardinha, Carlos Costamagna, Carlo Emilio Ferri, Carlos Ibarguren, Charles Maurras, Eduardo Aunós, Émile Durkheim, Francisco Rolão Preto, Georges Valois, Gino Arias, Giuseppe Bottai, Guido Bortolotto, Henry de Man, Hipólito Raposo, Joaquin Azpiazu, Joseph Piller, Marcel Déat, Michel Lancelotti, Mihail Manoilesco, Nicolau Berdiaeff, Othmar Spann, Pedro Teotónio Pereira, Roger Bonnard, Roland de Pré, Salvador de Madariaga, Sanchez Sorondo, Sergio Panunzio, Ugo Spirito, e muitos outros. Particularmente, recomendo a leitura de El Estado Corporativo, de Azpiazu, e do clássico O Século do Corporativismo, de Manoilesco.

O Corporativismo no pós-guerra

Enganam-se os que pensam que o Corporativismo não sobreviveu a 2ª Guerra Mundial.
“Há uma ilusão enorme da parte dos que, pensando nos resultados da última guerra, presumem que as instituições sindicais e as instituições corporativas irão desaparecer no mundo novo, que surgiu com a vitória das democracias. Muito ao contrário, estas instituições irão ter uma expansão vitoriosa. Disse Manoilesco que este é o século do corporativismo. Eu acrescentaria: e do sindicalismo. Ou melhor: das organizações profissionais; dos grupos econômicos; das categorias profissionais organizadas. Estas associações irão florescer, no novo clima do pós-guerra, com a exuberância da flora dos trópicos.” (OLIVEIRA VIANNA, Francisco José. Problemas de Organização e Problemas de Direção (1952). 2ª edição. Rio de Janeiro: Record, 1974; páginas 86 e 87.)

Paradoxalmente, gozando de mais difusão e prestígio que no período entre Guerras, o Corporativismo galvanizou o interesse de brilhantes intelectuais. Também realizou Congressos. Eis alguns dos estudiosos da matéria, que a enfocaram sob variados ângulos (corpos intermediários, grupos de pressão, grupos de interesse, representação econômica, neocorporativismo, etc.): Amitai Etzione, Avery Leiserson, Benjamin Akzin, C. B. MacPherson, Chisolm Webb, David Truman, Dayton McKean, Donald C. Blaisdell, Edward Litchfield, Elmer Eric Schattschneider, Francesco Vito, Fulton J. Sheen, Gabriel Almond, George Lavau, Georges Burdeau, Georges Gurvitch, George Steiner, Gunar Heckscher, Harold Laski, Henrique Barrilaro Ruas, Henry W. Ehrmann, James K. Pollock, João Pereira Bastos, John Goormaghtigh, Jovan Djordjevic, Juan Vallet de Goytisolo, Kenkichiro Iwanaga, Kenneth Thompson, Leo Panitch, Lolo Krusius-Ahrenberg, Louis Salleron, Marcel Merle, Masamichi Inoki, Michel Creuzet, Michele Federico Sciacca, Norman Chester, Pendleton Herring, Phillippe Schmitter, Pierre Mendès France, Pitirim Sorokin, Robert MacKenzie, Sam Eldersveld, Samuel Beer, S. E. Finner, Sigmund Newmann, Taylor Colb, V. O. Key Jr., W. A. Towsley, Wolfgang Hirsch-Weber, e poderia estender muito a lista, mas, fico por aqui.

O Corporativismo no Brasil

O Integralismo tem sido a mais longa e consistente corrente corporativista em nosso País, porém, não somos os introdutores das ideias corporativistas no Brasil.

Antes do Integralismo, o Corporativismo já tinha os seus estudiosos devido à influência da Literatura Corporativa em língua francesa que circulava entre nós, da inegável influência do fascismo, que era a última moda em todo o Mundo (não possuía a imagem negativa que adquiriu após a 2ª Guerra) e, é claro, da Doutrina Social da Igreja. Além de Artigos de estudo e divulgação esparsos em Jornais e Revistas da época, pelo menos dois Livros foram publicados: A República Sindicalista dos Estados Unidos do Brasil (1931), de Olbiano de Mello, e O Conceito Cristão do Trabalho (1932), de Pandiá Calógeras. Eis alguns nomes de não Integralistas que propunham o Corporativismo: Agamenon Magalhães, Arlindo Veiga dos Santos, Azevedo Amaral, Francisco Campos, João Camilo de Oliveira Torres, José Pedro Galvão de Souza, Juarez Távora, Oliveira Vianna, Sebastião Pagano, Themistocles Brandão Cavalcante, Waldir Niemeyer e muitos mais.

Integralismo e Corporativismo

O Integralismo desde sua Fundação sempre sustentou o Corporativismo, e hoje, mais do que nunca, diante da completa falência do Capitalismo Internacional, que vive seus estertores com a fracassada Globalização; e do rotundo fracasso do marxismo, que levou à estagnação econômica e subsequente miséria a todos aqueles Países em que chegou ao Poder. O Corporativismo mantem-se como uma alternativa econômica, política e social perfeitamente válida.

Nossos Documentos Oficiais indicam-no claramente: Manifesto de Outubro, Diretrizes Integralistas, Manifesto Programa, Carta de Princípios do Partido de Representação Popular, Manifesto de Vitória, etc. Igualmente, a nossa Literatura. Abaixo alguns Títulos e Autores que esclarecem as nossas Ideias sobre Corporativismo, Estado Integral, Democracia Orgânica, Grupos Naturais, Voto, etc.:

- Cartilha Integralista. [s.l.]: Acção Integralista Brasileira, [s.d.]. Páginas 3 e seguintes.

- Cartilha Integralista. Belo Horizonte: Diretório do Partido de Representação Popular de Minas Gerais, [s.d.]. Páginas 3 e seguintes.
Obs.: Os dois Escritos acima não são a mesma Obra, apenas os Títulos são idênticos.

- Democracia Orgânica – Solução para os Problemas Brasileiros. Rio de Janeiro: Diretório Nacional do Partido de Representação Popular, [s.d.]. Páginas 7 e seguintes.


         
- SALGADO, Plínio. O que é o Integralismo (1933). 4ª edição. São Paulo: Editora das Américas, 1955. Obras Completas de Plínio Salgado – Volume 9. Páginas 74 e seguintes.

- SALGADO, Plínio. Psicologia da Revolução (1933). 6ª edição. São Paulo: Editora das Américas, 1957. Obras Completas de Plínio Salgado – Volume 7. Páginas 67 e seguintes.

- BARROSO, Gustavo. O Integralismo em Marcha (1933). 1ª edição. Rio de Janeiro: Schmidt, 1933. Páginas 108 e seguintes.

- SALGADO, Plínio. A Quarta Humanidade (1934). 5ª edição. São Paulo/São Bento do Sapucaí: Edições GRD/Espaço Cultural Plínio Salgado, 1995. Páginas 72 e seguintes.

- REALE, Miguel. O Estado Moderno (1934). 4ª edição. Brasília: UnB, 1983. Obras Políticas de Miguel Reale – Tomo II. Páginas 125 e seguintes.

- BARROSO, Gustavo. O Integralismo de Norte a Sul (1934). 2ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. Páginas 55 e seguintes.
Obs.: Esta Capa é a da 1ª edição.
- MOURÃO FILHO, Olympio. Instrução da Milícia – Noções Elementares da Doutrina (para uso dos Milicianos) (1934).  EM: BARROSO, Gustavo. O que o Integralista deve saber (1935). 1ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. Páginas 189 e seguintes.

SANTIAGO DANTAS, F. C. Programa do Curso de Noções de Direito Corporativo (1934). EM: O INTEGRALISMO E A EDUCAÇÃO (1959). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, [s.d.]. Páginas 154, 155 e 156. Enciclopédia do Integralismo – Volume IX.

- SALGADO, Plínio. A Doutrina do Sigma (1935). 2ª edição. Rio de Janeiro: Schmidt, 1937. Páginas 19 e seguintes.

- REALE, Miguel. O Capitalismo Internacional (1935). 2ª edição. Brasília: UnB, 1983. Obras Políticas de Miguel Reale – Tomo II. Páginas 262 e seguintes.

- REALE, Miguel. Perspectivas Integralistas (1935). 3ª edição. Brasília: UnB, 1983. Obras Políticas de Miguel Reale – Tomo III. Páginas 19 e seguintes; páginas 61 e segs.

- REALE, Miguel. ABC do Integralismo (1935). 2ª edição. Brasília: UnB, 1983. Obras Políticas de Miguel Reale – Tomo III. Páginas 196 e seguintes.

- REALE, Miguel. O que é o Integralismo (1935). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, 1958. Páginas 13 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume V.

- MOURÃO FILHO, Olympio. Do Liberalismo ao Integralismo (1935). Rio de Janeiro: Schmidt, 1935. Páginas 71 e seguintes; 175 e segs.

- VENCESLAU JR., J. O Integralismo ao alcance de todos (1935). 1ª edição. Rio de Janeiro: Mundo Médico, 1935. Páginas 129, 130 e 131.

- MELLO, Olbiano de. Razões do Integralismo (1935). Rio de Janeiro: Schmidt, 1935. Páginas 68 e seguintes; 97 e segs.

- MELLO, Olbiano de. Concepção do Estado Integralista (1935). Rio de Janeiro: Schmidt, 1935.

- BARROSO, Gustavo. O que o Integralista deve saber (1935). 2ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. Páginas 156 e 157.

- PUJOL, Victor. Rumo ao Sigma (1935). 3ª edição. Rio de Janeiro: Livraria H. Antunes, 1936. Páginas 177 e seguintes.

- PUJOL, Victor. O Estado Integralista (1935). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, [s.d.]. Páginas 129 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume II.

- PAUPÉRIO, A. Machado e MOREIRA, J. Rocha. Introdução ao Integralismo (1935). Rio de Janeiro: Record, 1935. Páginas 148 e seguintes.

 - SALGADO, Plínio. Palavra Nova dos Tempos Novos (1936). 5ª edição. São Paulo: Editora das Américas, 1957. Obras Completas de Plínio Salgado – Volume 7. Páginas 316 e seguintes.

- BARROSO, Gustavo. O Espírito do Século XX (1936). 1ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936. Páginas 184 e seguintes.

- BARROSO, Gustavo. Integralismo e Catolicismo (1936). 1ª edição. Rio de Janeiro: ABC, 1936. Páginas 93 e seguintes; páginas 281 e segs.

- REALE, Miguel. Corporativismo e Unidade Nacional (1936). Brasília: UnB, 1983. Obras Políticas de Miguel Reale – Tomo 3. Páginas 235 e segs.

- GOUVÊA, Oswaldo. BRASIL INTEGRAL (1936). Rio de Janeiro: Schmidt, 1935. Páginas 15 e seguintes; páginas 26 e segs.; e, págs. 99 e segs.


- PEREIRA, Jaime Regalo. Democracia Integralista (1936). Rio de Janeiro: José Olympio, 1936. Páginas 62 e seguidores.

- MACIEL, Anor Butler. O Estado Corporativo (1936). Porto Alegre: Livraria do Globo, 1936.

- SALGADO, Plínio. Páginas de Combate (1937). Rio de Janeiro: Livraria H. Antunes, 1937. Páginas 171 e seguintes.

- REALE, Miguel. Integralismo e Democracia (1937). Brasília: UnB, 1983. Obras Política de Miguel Reale – Tomo 3. Páginas 243 e seguintes.

- SILVEIRA, Tasso da. Estado Corporativo (1937). Rio de Janeiro: Joé Olympio, 1937.

- SILVEIRA, Tasso. Limiar (1937). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, 1958. Páginas 56 e seguintes; 63 e segs. Enciclopédia do Integralismo – Volume III.

- PENA, Belisário. A Candidatura de Plínio Salgado (1937). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, [s.d.]. Páginas 56 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume II.

- SANTOS, Lúcio José dos. Consulta sobre o Integralismo (1937). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, [s.d.]. Páginas 32 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume II.

- DELAMARE, Alcibíades. Programa do Curso de Economia Política nos Moldes de uma Concepção Coorporativa do Estado (1937). EM: O INTEGRALISMO E A EDUCAÇÃO (1959). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, [s.d.]. Páginas 207 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume IX.

- MACIEL, Anor Butler. Subsídios para o Estudo da Estrutura Política do Estado Novo (1937). Porto Alegre: Livraria do Globo, 1937.

- BARROSO, Gustavo. Comunismo, Cristianismo e Corporativismo (1938). Rio de Janeiro: ABC, 1938.

- COTRIM NETO, A. B. Doutrina e Formação do Corporativismo (1938). Rio de Janeiro: Coelho Branco Fº, 1938.

- RODRIGUES, F. Contreiras. Conceitos de Valor e Preço (1942). 2ª edição. Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica, 1951. Páginas 463 e seguintes.

- RODRIGUES, Felix Contreiras. A Economia e a Organização Integral (1942). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, 1958. Páginas 89 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume III.

- SALGADO, Plínio. Conceito Cristão da Democracia (1945). 5ª edição. São Paulo: Editora das Américas, 1955. Obras Completas de Plínio Salgado – Volume 8.

- SILVA, Jayme Ferreira da. A Verdade sobre o Integralismo (1947). São Paulo: Edições GRD, 1996. Páginas 25 e seguintes.

- SALGADO, Plínio. Extremismo e Democracia (1948). São Paulo: Guanumby, [s.d.]. Páginas 35 e seguintes; 47 e segs.

- SALGADO, Plínio. Democracia (1948). Rio de Janeiro: Alberto Silvares, 1948.


      - SALGADO, Plínio. O Ritmo da História (1949). 3ª edição: São Paulo/Brasília: Voz do Oeste/INL-MEC, 1978. Páginas 72 e seguintes. Obs.: Por um equívoco do Editor, constou na Folha de Rosto como 3ª edição, mas, na verdade é a 5ª edição.

- CHAVES, René Pena. Estudo da Significação e Função dos Municípios e das Câmaras Municipais (1949). Campinas: Casa do Livro Azul, 1949. Páginas 10 e seguintes.

- SALGADO, Plínio. Direitos e Deveres do Homem (1950). 3ª edição. São Paulo: Editora das Américas, 1955. Obras Completas de Plínio Salgado – Volume 5. Páginas 247 e seguintes; 267 e segs.; 278 e segs.; e, 300 e segs.

- COTRIM NETO, A. B. Bases do Pensamento Político Integralista (1950). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, 1958. Páginas 21 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume IV.

- RODRIGUES, Felix Contreiras. Formas de Estado. Regimes de Governo. Sistemas Constitucionais (1953). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, 1958. Páginas 115 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume III.

- Fairbanks, João Carlos. A Impossibilidade Matemática do Sufrágio Universal Direto (1953). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, 1958. Páginas 199 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume III.

- FERRAZ, Ernani Lomba. Democracia e Sufrágio (1954). EM: Estudos e Depoimentos (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, 1958. Páginas 139 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume V.

- PORTO, J. A. de Lima. Este é o Homem! (1955). Rio de Janeiro: [s.ed.], 1955. Páginas 64 e seguintes.

- SACERDOS (pseud.). O ESTADO INTEGRAL (1957). 2ª edição: São Paulo: Voz do Oeste, 1987.

- SALGADO, Plínio. O Integralismo na Vida Brasileira (1958). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD, [s.d.]. Páginas, 87 e seguintes; 153 e segs.; 175 e segs. Enciclopédia do Integralismo – Volume I.

- SALGADO, Plínio. Palestras com o Povo (1959). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira, [s.d.]. Páginas 155 e seguintes.


- CASTRO, Francisco Galvão. Os Quatro Pontos Cardiais do Integralismo (1960). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira, 1960. Páginas 85 e seguintes. Enciclopédia do Integralismo – Volume Suplementar.

- SALGADO, Plínio. Discursos na Câmara dos Deputados (1961). Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira, [1961]. Páginas 90 e seguintes; 156 e segs.

SALGADO, Plínio. Projeto de Emenda Constitucional Nº 609 (1966). São Paulo: Voz do Oeste, [s.d.].

- CUNHA, João Hollanda. Trabalho, Fator Político (1977). 2ª edição. Rio de Janeiro: [s.ed.], 1981.

- LOUREIRO, Maria Amélia Salgado. O Integralismo – Síntese do Pensamento Político Doutrinário de Plínio Salgado (1981). São Paulo: Voz do Oeste, 1981. Páginas 41 e seguintes.

- SALGADO, Plínio. Discursos Parlamentares (1982). Brasília: Câmara dos Deputados, 1982. Páginas 128 e seguintes.

- DOREA, Augusta Garcia Rocha. O Pensamento Revolucionário de Plínio Salgado (1983). 2ª edição ampliada. São Paulo: Voz do Oeste, 1988. Páginas 105 e seguintes; 284 e segs.

- NOGUEIRA, Rubem. O Homem e o Muro (1997) São Paulo: Edições GRD, 1997. Páginas 102 e seguintes.

- VASCONCELLOS, Sérgio de. Integralismo: um novo paradigma – Volume I (2014). São Paulo: Agbook, 2014. Páginas 210 e seguintes; 69 e segs.

- BARBUY, Victor Emanuel Vilela e OUTROS. Existe um pensamento político brasileiro? Existe, sim, Raymundo Faoro: O Integralismo! (2015). São Paulo: Edições GRD, 2015.                                                                               
As referências acima estão longe de abranger toda a Literatura Integralista. Aliás, nos Periódicos Integralistas estão esparsos um número incalculável de Artigos sobre o Tema.

E, como estamos numa época virtual:


SALGADO, Plínio. Estado totalitário e Estado Integral (1937): http://aquartahumanidade.blogspot.com.br/2015/01/estado-totalitario-e-estado-integral.html

SALGADO, Plínio. A Verdadeira Democracia (1949): http://www.integralismo.org.br/?cont=-5022

BRIGIDO, Gaspar. Bases do Corporativismo (1956): http://integralismo.blogspot.com.br/2012/06/bases-do-corporativismo.html
MEDEIROS, Jáder Araújo de. Na Hora de Distinguir e Decidir: O Caminho é uma Democracia Orgânica (1974): http://integralismo.blogspot.com.br/2015/11/na-hora-de-distinguir-e-decidir-o.html

MEDEIROS, Jáder Araújo de. Revolução, Democracia Orgânica e Sindicalismo (1974): http://integralismo.blogspot.com.br/2015/11/revolucao-democracia-organica-e.html

LOUREIRO, Maria Amélia Salgado. Democracia Orgânica (1981): http://integralismo.blogspot.com.br/2008/02/democracia-orgnica.html

VASCONCELLOS, Sérgio de. A Concepção Integralista da Sociedade (1989): http://integralismohistoriaedoutrina.blogspot.com.br/2012/05/concepcao-integralista-da-sociedade.html

MEDEIROS, Jáder Araújo de. Democracia Orgânica para o Brasil (1993): http://integralismo.blogspot.com.br/2015/11/democracia-organica-para-o-brasil-1993.html

BRANDÃO, Euro. O Conceito Cristão de Democracia na Obra de Plínio Salgado (1995): http://integralismo.blogspot.com.br/2013/08/o-conceito-cristao-de-democracia-na.html

MAGALHÃES, Marcelo de Albuquerque. A Democracia Integral (2000): http://integralismo.blogspot.com.br/2011/04/democracia-integral.html

BARBUY, Victor Emanuel Vilela. Concepção Integral do Estado e do Direito em Miguel Reale (2006): http://victoremanuelvilelabarbu.blogspot.com.br/2011/09/concepcao-integral-do-estado-e-do.html  

BARBUY, Victor Emanuel Vilela. Grupos Naturais, Sociedade e Estado (2009): http://victoremanuelvilelabarbu.blogspot.com.br/2011/05/grupos-naturais-sociedade-e-estado.html

VASCONCELLOS, Sérgio de. Os Corporativismos Integralista e fascista na Obra “O Estado Moderno” de Miguel Reale (2009): http://integralismo.blogspot.com.br/2010/06/os-corporativismos-integralista-e.html

FERREIRA, Luiz Gonçalves Alonso. O que é a Democracia Orgânica (2010): http://integralismo.blogspot.com.br/2015/04/o-que-e-democracia-organica.html

MATOS, Leonardo. O Integralismo e o Sistema de Voto Distrital (2012): http://sigmaintegralista.blogspot.com.br/2012/05/o-integralismo-e-o-sistema-de-voto.html  

BENTZION, Baruch. O Voto Poli-Corporativo (2013): http://integralismo.blogspot.com.br/2013/06/o-voto-poli-corporativo.html

Conclusão

As indicações deixadas acima, longe de ser exaustivas ou completas, permitem perceber que o assunto é vasto, vastíssimo.

Aos que pretendem lançar-se ao estudo deste palpitante Tema só posso dizer: Mãos à Obra!

Anauê!