segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Integralismo e influência estrangeira

 

Integralismo e influência estrangeira

Sérgio de Vasconcellos

Desde o lançamento do Manifesto de Outubro (1932), o Movimento Integralista denuncia e combate a influência estrangeira e o cosmopolitismo. Antes mesmo de fundar o Integralismo, Plínio Salgado já apontava esta nefasta presença, o estrangeirismo no Brasil. É inquestionável que o Povo Brasileiro está em grande parte dominado por ideias inteiramente alheias a nossa formação histórica. O Poder Econômico vem impondo ao nosso Povo uma cultura, uma ‘civilização’ inteiramente estranha aos nossos usos e costumes, que estão sendo substituídos não só por outros usos e costumes, mas, por gostos estéticos degenerados e por um amoralismo nauseabundo.

Um exemplo bem palpável do que estou dizendo é a misoginia generalizada, e vou indicar três tendências características que estão se difundindo pelo Brasil graças a Internet: “Incel”, “red pill” e “migtow”. Já pelas designações fica claro que tais ideologias não são originárias do nosso País e, sim, que foram importadas do malsinado Estados Unidos, de onde procedem todas as ideias que não prestam.

Ora, uma coisa é a crítica a exacerbação da ideologia feminista, outra é a aversão teratológica ao sexo feminino, a mulher.

O Integralismo afirma que o Homem e a Mulher têm tríplice expressão: física, intelectual e espiritual, ou seja, possuem necessidades, aspirações, direitos e deveres, no que toca a subsistência física, a interferência na vida político-social e as aspirações espirituais. Nesta tríplice conceituação, a Mulher é igual ao Homem. Todavia, a Mulher Integral, que se realiza biológica e espiritualmente, não é superior ou inferior ao Homem, ela é DIFERENTE. Logo, a igualdade entre ambos a que nos referimos é condicionada pelas respectivas diversidades.

A Mulher e o Homem são COMPLEMENTO um do outro.

Assim, qualquer um que apareça por aí se dizendo Integralista defendendo opiniões doentias de que a Mulher é inferior ao Homem, menosprezando-a, fazendo uma campanha absurda contra a Mulher, que fique claro: tal indivíduo não Integralista e para que ingresse em nosso Movimento terá que, pela Revolução Interior, superar esta esdrúxula antipatia ao sexo feminino.

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