Integralismo e influência
estrangeira
Sérgio de Vasconcellos
Desde o lançamento do Manifesto de
Outubro (1932), o Movimento Integralista denuncia e combate a influência
estrangeira e o cosmopolitismo. Antes mesmo de fundar o Integralismo, Plínio
Salgado já apontava esta nefasta presença, o estrangeirismo no Brasil. É inquestionável
que o Povo Brasileiro está em grande parte dominado por ideias inteiramente
alheias a nossa formação histórica. O Poder Econômico vem impondo ao nosso Povo
uma cultura, uma ‘civilização’ inteiramente estranha aos nossos usos e
costumes, que estão sendo substituídos não só por outros usos e costumes, mas, por
gostos estéticos degenerados e por um amoralismo nauseabundo.
Um exemplo bem palpável do que estou
dizendo é a misoginia generalizada, e vou indicar três tendências
características que estão se difundindo pelo Brasil graças a Internet: “Incel”,
“red pill” e “migtow”. Já pelas designações fica claro que tais ideologias não
são originárias do nosso País e, sim, que foram importadas do malsinado Estados
Unidos, de onde procedem todas as ideias que não prestam.
Ora, uma coisa é a crítica a exacerbação
da ideologia feminista, outra é a aversão teratológica ao sexo feminino, a
mulher.
O Integralismo afirma que o Homem e a
Mulher têm tríplice expressão: física, intelectual e espiritual, ou seja,
possuem necessidades, aspirações, direitos e deveres, no que toca a
subsistência física, a interferência na vida político-social e as aspirações
espirituais. Nesta tríplice conceituação, a Mulher é igual ao Homem. Todavia, a
Mulher Integral, que se realiza biológica e espiritualmente, não é superior ou
inferior ao Homem, ela é DIFERENTE. Logo, a igualdade entre ambos a que nos
referimos é condicionada pelas respectivas diversidades.
A Mulher e o Homem são COMPLEMENTO um
do outro.
Assim, qualquer um que apareça por aí
se dizendo Integralista defendendo opiniões doentias de que a Mulher é inferior
ao Homem, menosprezando-a, fazendo uma campanha absurda contra a Mulher, que
fique claro: tal indivíduo não Integralista e para que ingresse em nosso
Movimento terá que, pela Revolução Interior, superar esta esdrúxula antipatia
ao sexo feminino.